Blog da Celina

Estou aqui para dizer que faço um pouco de tudo...
Algumas coisas eu faço melhor e outras dou minhas cacetadas.
O que gostaria mesmo de fazer é escrever coisas bonitas, contar lindas histórias, memórias, causos, quem sabe alguns versos...Mas não tenho capacidade pra isso tudo, então me contento em ler, apreciar e colocar aqui para que vocês possa apreciar também.
Então vamos lá e mãos a obra...


segunda-feira, 12 de novembro de 2018

Os bons...

"Os bons são a maioria"

“Para cada pessoa dizendo que tudo vai piorar, existem 100 casais planejando ter filhos.
Para cada corrupto, existem 8 mil doadores de sangue.
Enquanto alguns destroem o meio ambiente, 98% das latinhas de alumínio já são recicladas no Brasil.
Na internet a palavra AMOR tem mais resultados que a palavra medo.
Para cada muro que existe no mundo, se colocam 200 mil tapetes escritos “seja bem vindo”.
Enquanto um cientista desenha uma nova arma, há 1 milhão de mães fazendo bolo de chocolate.
Existem razões pra acreditar.
“Os bons são maioria.”
Eu acredito na força do bem! Vibrem o bem, e somente no BEM!

Fonte : Sergio Moro – 1997 – Fonte Times

sexta-feira, 24 de agosto de 2018

Mãe da mãe...


A avó e o bebê

"Enquanto os olhos do mundo estão no bebê que acaba de nascer, a mãe da mãe enxerga a filha, recém-parida. O papel de avó pode esperar, pois é a sua menina que chora, com os seios a vazar.
A mãe da mãe esfrega roupinhas manchadas de cocô, varre o chão, garante o almoço. Compra pijamas de botão, lava lençóis sujos de leite e sangue. Ela sabe como é duro se tornar mãe. 
No silêncio da madrugada, pensa na filha, acordada. Quantas vezes será que foi? Aguentará a manhã com um sorriso? Leva canjica quentinha e seu bolo favorito.
Atarefada, a mãe da mãe sofre em silêncio. Em cada escolha da filha, relembra suas próprias. Diante de nova mãe, novo bebê, muito leite e tanto colo, questiona tudo o que fez, tempos atrás. Tempo que não volta mais.
Se hoje é o que se tem, então hoje é o que é. Olha nos olhos, traz pão e café. Esse é o colo, esse é o leite. Aqui e agora, presente.
A mãe da mãe ajuda a filha a voar. Cuida de tudo o que está às mãos para que ela se reconstrua, descubra sua nova identidade. Ela agora é mãe, mas será sempre filha.
Toda mãe recém-nascida precisa dos cuidados de outra mulher que entenda o quanto esse momento é frágil."
Exposição “Escultura hiper-realista 1973-2016”, exibida no Museu de Belas Artes de Bilbau, A avó e o bebê) - (Texto de autor desconhecido) 

segunda-feira, 4 de junho de 2018

Catador de lindezas



CATADOR DE LINDEZAS

"Eu venho de lá, 
onde o bem é maior. 
De onde a maldade seca, não brota. 
De onde é sol, mesmo em dia de chuva e a chuva chega como bênção. 
Lá sempre tem uma asa, um abrigo para proteger do vento e das tempestades. 
Eu venho de um lugar 
que tem cheiro de mato, água de rio logo ali e passarinho em todas as estações. 
Eu venho de um lugar em que se divide o pão, 
se divide a dor 
e se multiplica o amor. 
Eu venho de um lugar onde quem parte 
fica para sempre, 
porque só deixou boas lembranças. 
Eu venho de um lugar onde criança é anjo, jovem é esperança 
e os mais velhos são confiança e sabedoria. 
Eu venho de um lugar onde irmão é laço de amor e amigo é sempre abraço. 
Onde o lar acolhe para sempre, como o coração de mãe. 
Eu venho de um lugar que é luz mesmo em noite escura. 
Que é paz, fé e carinho. Eu venho de lá e não estou sozinho, 
"SOU CATADOR DE LINDEZAS", 
sobrevivo de encantamento, 
me alimento do que é bom, do bem. 
Procuro bonitezas 
e bem-querer, 
sobrevivo do que tem clareza e só busco o que aprendi a gostar. 
Não esqueço de onde venho e vou sempre querer voltar. 
Meu lugar se sustenta do bem que encontro pelo caminho, junto a maços de alfazema e alecrim. Assim, sou como passarinho carregando a bagagem de bondade, catando gravetos de cheiro, para esquentar e sustentar o ninho... 
Talvez a vida tenha feito você acreditar que este lugar não existe. 
Te digo: tem sim, é fácil encontrar. Silencie, respire, desarme-se, perceba, é pertinho. 
Este lugar que pulsa amor é dentro da gente, 
é essência, 
está em cada um de nós. Basta a gente buscar." Sejamos CATADORES DE LINDEZAS!!!
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quinta-feira, 31 de maio de 2018

Sagitário


Deus chamou Sagitário 

"A ti, Sagitário, atribuo a missão de ensinar o riso e a esperança, para que no meio das incompreensões da minha Criação o homem não se torne amargo.
Através da esperança, implantarás no coração humano a fé e através da fé voltarás teus olhos para mim.
Expandirás assim minha idéia por todos os cantos e os mais longínquos lugares.
E para que realizes um bom trabalho, dou-te a provação da intolerância para dominares e, como bênção, concedo-te o dom da GENEROSIDADE."

Sagitário voltou ao seu lugar.
( Autor desconhecido)



terça-feira, 8 de maio de 2018

Mãe


Pausar a vida pelos filhos... 
Hoje tomei meu chá e fiquei pensando em quantas vezes, desde que me tornei mãe, já escutei a frase “não pause sua vida pelos filhos, pois eles um dia crescem”; como uma forma disfarçada de menosprezar a dedicação materna. 
Cria-se o filho pro mundo, todo mundo diz. 
As asas, as benditas asas. Eu sei, você sabe.
Não pausar a vida. Ideia curiosa essa já que ser mãe é viver eternamente de pausas. 
Por 9 meses, pausa o vinho. 
Por aproximadamente 40 dias se pausa a vida sexual. 
Por muitas e muitas noites pausa o sono , pausam a reunião de trabalho, a ligação importante, a oportunidade profissional. Pausa a poupança, porque juntar dinheiro fica difícil. 
A gente pausa as refeições e os banhos. Pausa os planos de viagens, as saídas com as amigas, as idas ao cabeleireiro. 
A gente pausa o coração na preocupação e pausa a própria vida pra respirar a deles.
Criar para o mundo. O que isso seria? 
Suponho que minha mãe me criou “para o mundo,” sempre me dando asas. Fui conquistar esse mundão para o qual a minha mãe me criou. 
Mas a verdade é que eu nunca deixei de ser dela. Um pedaço dela. Um produto dela. 
Então eu penso, enquanto tomo meu chá com lágrimas e amargo as saudades que sinto da minha mãe, que filhos não são do mundo. Nossos filhos são nossos! Eles vieram da gente e voltam pra gente de novo e de novo. 
Mesmo estando longe, eles são nossos. Nossos pedaços. Nossos produtos. Os produtos de todas as nossas pausas. Porque é na pausa que fortalecemos o vínculo, é na pausa que construímos as memórias. É no pausar da vida, nesse incessante viver pelo outro, em meio às dores e sacrifícios que, como mulheres, muitas vezes nos vemos plenas; e mais do que isso, nos vemos mães.

Para todas as mamães que admiro. Compartilho porque achei belíssimo texto!

segunda-feira, 19 de março de 2018

Acho estranho...


"Acho estranho quando me perguntam como eu dou conta de tudo”.
A resposta é simples, sem graça.
Eu não dou. Não dou mesmo.
Seleciono prioridades, foco no que dá, varro o resto para debaixo do tapete.
No dia seguinte levanto a beiradinha do tapete, retiro umas coisas, escondo outras.
Se hoje as crianças foram dormir sem escovar os dentes, amanhã isso será prioridade.
Se hoje o jantar foi o chinês "okesoboro", amanhã um almoço fresquinho é a missão número um.
Meu tapete nunca fica vazio.
Nunca.
Aliás, tem dias que entulho tanta coisa lá debaixo, que derruba o que tiver em cima. Brigo com o mundo, choro um pouquinho, me sinto a mais desequilibrada das mulheres, espero pelo dia seguinte.
Mas há manhãs em que “acordo cheia de amor próprio”. Dou risada deste auê todo. Ignoro o tapete já pau a pau com o Monte Everest, e vou bela e formosa (cansada e de piranha no cabelo) tomar um banho demorado.
Algumas tardes viro a revolucionária do tapete. Brota no corpo uma energia que sabe-se lá da onde veio (provavelmente do brigadeiro de colher que comi escondido 3 noites atrás). E lá vou eu disposta a colocar tudo em dia. E não é que eu quase consigo? Se não fosse pelo quase...
E é assim.
Frustrante, alegre, desesperador, feliz.
Um eterno varre, esconde, esvazia.
Não se deixe enganar, tem sempre um tapete.
Na casa de algumas ele fica mais visível, logo na sala. Já outras preferem usar o do corredor. Mas ele está lá. Tem que estar. Se não a gente enlouquece.
Por trás destas imagens, existe uma mãe comum. De carne, osso, querendo emagrecer no mínimo 3kgs, e jurando que amanhã não irá esquecer de cortar as unhas das crianças.
Com dias bons pra caramba, no estilo: "A vida é bela, poderia ter 7 filhos, viver numa casinha de sapê, e ser feliz para sempre"
E com dias de "quem sou, onde estou, quem são estas pessoas?"

O denominador comum é o amor, que quando colocado na balança quebra o ponteiro.
Vira o jogo. Não dá nem chance.
O coração é invadido por gratidão.
E com lágrimas nos olhos agradecemos por tudo.
Até mesmo pelo tapete GG!"

Autora: Rafaela Carvalho

quinta-feira, 8 de março de 2018

Dia Internacional da Mulher



Mulher… Aquela feita para brilhar, que chora, que sorri e conquista o seu lugar.
Aquela que cuida sem limite, que tem sempre um bom palpite e sabe como encantar.
Aquela que às vezes faz drama, que grita, fala, chama e não desiste de lutar. 
Aquela que é sentimento, que leva alegria ao sofrimento e nunca se cansa de amar. 
Aquela que é mulher. Simplesmente mulher em primeiro lugar. 

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domingo, 18 de fevereiro de 2018

Caminho de volta




O caminho de volta...  
 (Teta Barbosa - jornalista, publicitária e mora no Recife)

"Já estou voltando. Só tenho 50 anos e já estou fazendo o caminho de volta. Até o ano passado eu ainda estava indo... Indo morar no apartamento mais alto, do prédio mais alto, do bairro mais nobre.  Indo comprar o carro do ano, a bolsa de marca, a roupa da moda. Claro que para isso, durante o caminho de ida, eu fazia hora extra, fazia serão, fazia dos fins de semana eternas segundas-feiras.  Até que um dia, meu filho quase chamou a babá de mãe!  Mas, com quase cinquenta, eu estava chegando lá. Onde mesmo?  No que ninguém conseguiu responder. Eu imaginei que quando chegasse lá, ia ter uma placa com a palavra "fim".  Antes dela, avistei a placa de "retorno" e, nela mesmo, dei meia volta.  Comprei uma casa no campo (maneira chique de falar, mas ela é no meio do mato mesmo).  É longe que só a gota serena! Longe do prédio mais alto, do bairro mais chique, do carro mais novo, da hora extra, da babá quase mãe. Agora tenho menos dinheiro e mais filho. Menos marca e mais tempo.  E não é que meus pais (que quando eu morava no bairro nobre me visitaram quatro vezes em quatro anos), agora vêm pra cá todo fim de semana?  E meu filho anda de bicicleta, eu rego as plantas e meu marido descobriu que gosta de cozinhar (principalmente quando os ingredientes vêm da horta que ele mesmo plantou). Por aqui, quando chove, a Internet não chega. Fico torcendo que chova, porque é quando meu filho, espontaneamente (por falta do que fazer mesmo), abre um livro e, pasmem, lê.  E no que alguém diz: "a internet voltou!", já é tarde demais, porque o livro já está melhor que o Facebook, o Instagram e o Snapchat juntos. Aqui se chama "aldeia" e tal qual uma aldeia indígena, vira e mexe eu faço a dança da chuva, o chá com a planta, a rede de cama. Aos domingos, converso com os vizinhos. Nas segundas, vou trabalhar, contando as horas para voltar... Aí eu me lembro da placa "retorno", e acho que nela deveria ter um subtítulo que diz assim: "retorno – última chance de você salvar sua vida!"  Você, provavelmente, ainda está indo. Não é culpa sua. É culpa do comercial que disse: "Compre um e leve dois".  Nós, da banda de cá, esperamos sua visita.  Porque sim, mais dia menos dia, você também vai querer fazer o caminho de volta..."

CUIDE DO SEU TEMPO, CUIDE DA SUA FAMÍLIA. Que em 2018 possamos encontrar a “placa de retorno” e valorizar o que realmente é importante!❣💕🌹❤

sábado, 10 de fevereiro de 2018

Pornô

               
               *POEMA PORNÔ SÉRIO!!!*

         *Quer seja curto ou comprido.* 
           *Quer seja fino ou mais grosso.* 
      *É um órgão muito querido,* 
            *Por não ter espinhas nem osso.*

*De incalculável valor,* 
     *Ninguém tem um a mais,* 
  *E desempenha no amor,* 
     *Um dos papéis principais.*

       *Quando uma dama aparece,* 
  *Ei-lo a pular com fervor,* 
   *Se é um rapaz, estremece.*
        *Se é velho, tem pouco vigor.*

       *O seu nome não é tão feio,* 
     *Pois tem sete letrinhas só.*
         *Tem um R e um A no meio,* 
          *Começa em C e acaba em O.*

         *Nunca se encontra sozinho,* 
          *Vive sempre acompanhado.* 
            *Por outros dois orgãozinhos,* 
   *Junto de si, lado a lado.*

   *O nome destes porém,* 
*Não gera confusões.* 
      *Tem sete letras também,* 
     *Tem U e acaba em ÕES.*

        *Prá acabar com o embalo.* 
        *E com as más impressões,* 
        *Os órgãos de que eu falo...*

*São o" CORAÇÃO e os "PULMÕES".*

*PENSOU BESTEIRA, NÃO É ???*

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Meus rabiscos...



Risco aqui, risco ali, vou rabiscando minha vida, minhas conquistas, meus erros, alegrias e tristezas...
Alguns rabiscos saem perfeitos, outros nem tanto, e outros ainda verdadeiras garatujas indefinidas e sem graça. Hora estou desenhando, hora garatujando e assim de rabisco em rabisco vou construindo minha história.
Celina Sandoval
(este rabisco me identifica)